
Não tenho mais tempo, paciência e nem idade para brincar de solidão, mania mais feia desse povo de gostar de ser feliz sozinho.
Pois eu não, hoje eu queria ter visto um caminhar de mãos dadas, daqueles sorrisos que se continuam um no outro, aquele colo num banquinho qualquer brincando de ser feliz, de esquecer o mundo, os outros, o que se diz.
Hoje é aquele dia que O CARA CERTO, podia sem querer, esbarrar.
